Os jogos LEGO estão entre os meus jogos favoritos, especialmente LEGO Star Wars, um dos primeiros a utilizar uma formula vencedora que não tem deixado de nos divertir ao longo dos anos, mesmo sem inovar praticamente nada desde esse lançamento. Star Wars, Harry Potter ou Indiana Jones, joguem um deles e vão ver que a jogabilidade é praticamente igual em todos. Obviamente com algumas diferenças pois os filmes são todos diferentes, mas no geral controlam uma personagem, apanham peças lego e constroem objectos que vos permitem prosseguir.
LEGO tem uma mística própria que mais nenhum jogo consegue replicar, tanto no mundo dos videojogos como nos jogos físicos. Qual de nós não brincou com LEGOs quando éramos mais pequenos? Iria até mais longe para dizer que alguns dos vossos pais até brincaram com eles na sua infância porque estamos a falar de um brinquedo com mais de 60 anos.
City Undercover no entanto foge um pouco aquilo que se tornou normal nos jogos LEGO. Primeiro não é propriamente a versão LEGO de um filme, além disso oferece muito mais liberdade que o normal e no geral é um jogo muito mais ambicioso. Desde o momento que dão uma vista de olhos ao trailer que não podem também deixar de comparar City Undercover a GTA e depois de o jogarem vão mesmo chegar à conclusão que este é o derradeiro LEGO Grand Theft Auto, só que do lado bom da lei. (mais…)
Escusam de puxar para baixo para verem a nota final, pois digo já. Há muito tempo que não dava um 10, mas é impossível não o dar a Fire Emblem: Awakening. Existem jogos muito bons em que eu apesar de reconhecer a sua qualidade não consigo jogar muito mais que a história principal, no entanto outros agarram-me de tal forma que é difícil encontrar a altura certa para os largar.
Não me lembro de muitos jogos recentemente a terem o mesmo efeito. Talvez o primeiro Disgaea e mais recentemente Persona 4 o tenham tido mas Fire Emblem: Awakening foi sem duvida um dos jogos mais viciantes que joguei e vou continuar a jogar nos últimos e próximos tempos.
Não é um jogo sem defeitos obviamente, mas nenhum deles prejudica de qualquer forma o potencial do jogo, todo ele recheado de mecânicas inteligentes e pequenas inovações num design e formula clássicos. Se já alguma vez jogaram um jogo da série conhecem o conceito de morte permanente que marcam estes jogos, assim como as mecânicas de jogo que estão praticamente intactas. (mais…)
Ahhh Castlevania. Que dor de cabeça foste na NES. Mesmo que os inimigos normais não me matassem havia de ser um dos bosses criados pelo diabo em pessoa que o haviam de fazer. Mesmo depois de gerações a suavizar os jogos, Castlevania continua a ser um dos jogos mais difíceis por aí, nos jogos mais mainstream pelo menos. Além do combate existem ainda os puzzles desafiantes que começaram a marcar a série.
Castlevania: Lords of Shadow marcou além do regresso da série às consolas caseiras, um reboot da série. Com Lords of Shadow 2 quase a sair aparece na 3DS Mirror of Fate, um jogo que se coloca cronologicamente entre o primeiro e o segundo jogo. Produzido pela Mercury Steam Mirror of Fate não deve nada aos seus irmãos da PS3 e Xbox 360.
Os valores de produção são óptimos e o primeiro impacto é fantástico com Mirror of Fate a ser um dos jogos mais bonitos da 3DS e com um dos melhores efeitos 3D que já vi na consola, sendo mesmo sendo superior a alguns jogos da Nintendo que têm normalmente os melhores efeitos. Logo que comecei a jogar fiquei bastante impressionante com os efeitos visuais. O jogo começa numa zona escura com o céu a brilhar com uma tempestade. Os efeitos dos trovões são brilhantes e as sombras que provocam mostram bem que a 3DS é bastante capaz de grafismo muito bom. (mais…)
Luigi não e normalmente protagonista dos jogos da Nintendo, sendo luigis mansion a excepção Tanto no primeiro como nesta sequela para 3DS Luigi, o cobarde irmão de Mario assume-se como protagonista. Em comum tem a qualidade, enquanto que o primeiro apanhou todos de surpresa mas pecava por alguma falta de variedade e pouca longevidade que acaba por combinar com a falta de variedade, esta sequela pega no carisma de Luigi que tanto nos agradou, assim como na brilhante atmosfera e junta-lhe uma boa tonelada de conteúdo.
Tudo o que encontraram e gostaram no primeiro jogo está de volta incluindo o nosso cientista maluco. Se existe algo que sofreu um pouco com a transição foi a jogabilidade. A jogabilidade do primeiro era um dos melhores aspectos do jogo, infelizmente devido às limitações da 3DS, especialmente a falta de um segundo analógico pode dificultar um pouco a vida a alguns jogadores. Os jogadores terão que combinar algumas teclas assim como utilizar o acelerômetro e giroscópio o que prejudica o efeito 3D.
Desta vez Luigi não ganhou nenhuma mansão num concurso que não participou. O professor E. Gadd, Anacleto Luado na versão portuguesa, estava a trabalhar na sua pesquisa ao sobrenatural quando os seus amigáveis assistentes fantasmas ficaram violentos. A causa é a destruição da “lua negra”, Dark Moon, pelo Rei Boo, o vilão do primeiro jogo que está agora de volta para fazer a vida negra a Luigi. (mais…)