Pessoalmente tenho a Trion Worlds como uma óptima editora, especialmente pelo seu grande trabalho em Rift e quando me informei um pouco sobre o projecto Defiance fiquei com algum hype. Sou fã de ficção cientifica e um jogo das mãos da Trion Worlds que nos permite explorar o mundo de uma promissora série pareceu-me uma ideia bastante interessante. Muitos podem não ver o potencial da ideia pois na realidade estamos habituados a ver bastantes jogos baseados em séries e filmes. No entanto este é um projecto diferente.
O jogo é um companheiro da série, com um orçamento enorme de 70 milhões de dólares e que a Trion promete continuar a apoiar mesmo que Defiance, a série seja cancelada. Por enquanto devemos avaliar tanto a série como o jogo ao mesmo tempo e ver com que força se unem os dois, até porque só assim conseguimos desculpar algumas fraquezas do jogo. Se não virem nenhum episódio da série vão sentir-se perdidos, especialmente no que toca às personagens, sobre as quais o jogo não explica absolutamente nada.
No que toca ao jogo em si a melhor forma de começar seria compará-lo a Borderlands. A jogabilidade é muito semelhante, assim como todo o cenário geral. A história, que devem realmente conhecer pela série, fala de um futuro não muito distante em que a humanidade entra em guerra com refugiados alienígenas de várias raças. A guerra terraforma a Terra, transformando-a para sempre tanto no seu aspecto como nas criaturas que a habitam. (mais…)
Lissandra é a nova personagem de League of Legends. Juntamente com o novo mapa para ARAM, o remake de Trundle e Sejuani, Lissandra tem uma aparência e jogabilidade inspiradas no gelo. Todas as suas habilidades podem portanto aplicar stun ou slow, fazendo dela um óptima escolha tanto para mid lane como para support, fazendo um pouco um papel semelhante ao de zyra neste caso.
Tal como Nunu, Lissandra pode utilizar habilidades sem custo de mana. Enquanto que Nunu recarrega esta passiva com auto-ataques, Lissandra precisa apenas de esperar um curto tempo entre habilidades, o que torna o harass dela bastante forte. (mais…)
Receiver é um jogo da Wolfire que foi criado ao longo de uma semana para um concurso de criação de jogos, no género FPS. Apesar do óbvio curto período de desenvolvimento e os problemas que isso traz normalmente, Receiver tem um dos conceitos mais originais e refrescantes dentro do género que eu joguei desde à muito tempo, senão sempre.
Desde que me lembro que os FPS se jogam praticamente da mesma maneira. Obviamente foram surgindo novos elementos como veículos habilidades e fatos nanotecnologicos mas no fundo não deixam de ser jogos em que apontamos uma arma, disparamos contra uma série de AI normalmente pouco inteligentes e acabamos o jogo normalmente sem qualquer dificuldade.
Recarregar a arma implica normalmente carregar num botão, praticamente todas as armas são iguais simplesmente dão dano diferente e requerem pouca habituação, apesar de maior parte dos FPS insistir em oferecer um arsenal digno do melhor exército do mundo, e isto é no geral um FPS. Porquê é que Receiver é então diferente e refrescante? (mais…)
O que é que acontece quando juntamos dinossauros, lazers, jetpacks, ação sci-fi e jogabilidade co-op? Uma ideia para um jogo fantástico. O que é que acontece quando jogamos Orion: Dino Horde? Uma dor de cabeça horrível em forma de jogo mas que de jogável tem bastante pouco.
Dino Horde é facilmente dos piores First Person Shooters que eu já joguei. Não só é um jogo mal feito, mal executado e codificado, nem sequer é jogável. Os bugs abundam e tudo o resto não nos dá qualquer razão para aguentar as falhas do jogo. Lembram-se dos jogos da Bethesda na PS3 que apesar da quantidade de bugs continuavam a ser fantásticos? Aqui os bugs são apenas mais uma razão para não pegar neste jogo. (mais…)