A id Software tem uma vasta experiência de 20 anos já e melhor que isso a verdade é que têm sido anos marcados por uma qualidade acima da média. Muitos dos jogos da id, representam o expoente máximo dos FPS e o seu ADN está presente na maior parte dos FPSs actuais. No entanto lançar um novo FPS actualmente é diferente, o mercado está saturado por bons jogos, é aliás um dos géneros mais populares e com maior numero de lançamentos. Rage tem um aspecto fantástico e uma boa jogabilidade mas está cheio de peculiaridades que podem não agradar aos jogadores FPSs contemporâneos. Não há checkpoints, os jogadores não podem pegar as armas das suas vítimas, o online competitivo está reservada aos veículos, não havendo a possibilidade de jogar a componente FPS e as maiores e melhores batalhas estão a meio do jogo e não no fim.
Depois, há a questão do design dos níveis que recicla ambientes e inimigos, e realmente esvazia a experiência nas partes finais – o final é abrupto, sem imaginação e abismal. A história não é lá grande coisa, enquanto o mundo pós-apocalíptico de Rage é preenchido com ambientes criativos e interessantes, maior do que a vida dos personagens, o enredo acaba sem realmente chegar a algum lado, o grafismo e jogabilidade merecia sem duvida uma melhor história. No momento em que os créditos finais aparecem, não há nenhuma sensação de resolução ou dever cumprido. Antes que isso aconteça, os jogadores passam o tempo todo a procurar missões de NPCs, que envolvem principalmente conduzir até algum lugar, disparando em alguns inimigos e recolher um item ou dois. (mais…)
Mantendo as mecânicas essenciais do primeiro jogo, a nova aventura de Mickey trás consigo uma nova dimensão, a cooperação. Juntamente com Mickey, o coelho Oswald é agora a segunda personagem principal e vai ser controlada pelo segundo jogador. Equipado com um controlo remoto, Oswald é capaz de interagir com vários elementos do cenário, tendo por base a electricidade. Por outro lado Mickey continua a manter as mecânicas do primeiro jogo, alterando com o seu pincel mágico a Wasteland, pintando os elementos em falta ou apagando obstáculos, tornando possível continuar a aventura.
A nova avenura melhora relativamente ao seu antecessor de maneiras subtis. As ações estão agora mais consistentes, dando um mais peso às nossas acções. A história é interessante e apresentada de uma forma original. O trabalho de vozes é excelente com vários musicais ao bom estilo Disney que fazem impossível esquecer o que estamos a jogar. O vilão do primeiro jogo tem novo destaque mas desta vez por boas razões. Arrependido, Mad Doctor tenta ajudar as nossas personagens a salvar o mundo de um novo inimigo. Podem contar com uma história ao estilo Disney que apesar de pensar primeiro nas crianças consegue ser aproveitada por todos, realçando os valores da amizade. (mais…)
Jetpack Joyride tem sido um enorme sucesso no iOS, e agora ele está disponível em todos os dispositivo da Sony. O herói sem mangas Barry e a sua motivação é simples, ele vê um jetpack impressionante que, uma metralhadora que dispara para baixo e eleva a personagem. A nossa missão é orientar Barry tão longe que puderem na instalação secreta, apanhar moedas, evitando obstáculos, e assustando os cientistas.
A jogabilidade não poderia ser mais simples, carregar e manter faz com que a personagem suba e largar faz com que desça. Barry corre constantemente para avançar no nível em formato sidescrolling, tornando Jetpack Joyride uma experiência perfeita para gastarem uns minutos quando estão com uma Vita ou PSP, na PS3 por outro lado não é grande experiência. Depois de um par de corridas conseguem aguentar-se alguns minutos a jogar. Além dos cientistas a correr, existem três obstáculos que podem-nos dar problemas. (mais…)
Dead Block é o primeiro jogo da Candygun Games, um pequeno estúdio composto por cinco pessoas dos extintos estudios Replay. É um jogo na terceira pessoa em que têm que se defender de zombies, com semelhanças com o modo zombie de Call of Duty. Apresentado como um programa de televisão exagerado, cada nível é um “episódio” diferente, e três personagens jogáveis são introduzidas à medida que progridem no jogo: o robusto, trabalhador da construção civil de bigode, o escuteiro um pouco acima do peso e uma policia.
Precisam de defender o edifício que fica seguro através da construção de barreiras de madeira em toda janelas e portas e pela criação de armadilhas nas janelas. Cada personagem tem uma armadilha diferente que é exclusiva para eles. O trabalhador da construção com que começam, por exemplo, constrói uma armadilha de congelamento que cristaliza os zombies quando passam através de uma janela que podem depois estilhaçar facilmente. Powerups podem ser encontrados em todo os níveis, alguns dando invisibilidade ou dano extra. (mais…)